(Voltamos? Não sei.) Hoje é sábado. Num passado não muito distante, sábado era dia de música boa. Não continuei a série porque descontinuei o blog. Daí daquela velha frase do Nietzsche – sem música a vida seria um erro, né? – e resolvi voltar a falar dos nossos estimados barulhinhos.
Nesse tempo longe do blog, resolvi falar de música no Twitter. As pessoas de lá têm uma vontade maluca de dizer coisas sobre o cotidiano delas. Fazem daquilo um diário – o que é leviano, mas pode ser bem legal também.
O meu dia, por exemplo, foi assim: saí pra comemorar o aniversário do negão André, outro desses caras que respiram cultura pop e frivolidades afins. Pra fazer jus ao rótulo, o ponto alto da festa foi um aprazível convescote diante da telona – Piratas do Caribe 4. Bom filme, aliás.
Mas o destaque fica por conta do aprendizado: já diziam os caras da Confraria da Costa que coisas piores acontecem no mar. Estavam co-ber-tos de razão.
Confraria da Costa
• O autêntico Rock n’ roll do século XVI!
“Seu som celebra as aventuras e desventuras do mar, do convés aos porões dos navios piratas bêbados, fazem das canções um motivo de alegria, uma festa de bombordo a estibordo, da proa à popa. (…) Contém altas doses de rum, motins, rebeldia e boas músicas que remetem às costas do Caribe à velha Europa dos ciganos belgas e ainda às canções dos Balcãs, enfim, uma música nômade, de alma eslava deslavadamente viril e vigorosa. Vida longa a esses piratas no seu melhor sentido.” (Luiz Ferreira)
